terça-feira, 31 de agosto de 2010

BIOMASSA

O que é a Biomassa?

Do ponto de vista da ecologia a biomassa é a quantidade total de matéria viva existente num ecossistema ou numa população animal ou vegetal. Do ponto de vista da geração de energia, abrange os derivados recentes de organismos vivos utilizados como ou para a produção de combustíveis.

A biomassa é utilizada na produção de energia a partir de processos como a combustão de material orgânico produzida e acumulada num ecossistema, porém nem toda a produção primária passa a incrementar a biomassa vegetal do ecossistema.

Parte dessa energia acumulada é empregue pelo ecossistema para a sua própria manutenção.

As suas vantagens são o baixo custo, ser renovável, permitir o reaproveitamento de resíduos e é ser menos poluente que outras formas de energias como aquela obtida a partir de combustíveis fósseis.

É menos por poluente porque a queima de biomassa apesar de provocar a libertação de CO2 (dióxido de carbono) para atmosfera, este CO2 já tinha sido absorvido pelas plantas que deram origem ao combustível, tornando assim, o balanço de emissões de CO2 nulo.






De acordo com a Directiva 2001/77/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 27 de Setembro de 2001 relativa à promoção da electricidade produzida a partir de fontes de energia renováveis no mercado interno da electricidade “Biomassa é a fracção biodegradável de produtos e resíduos provenientes da agricultura (incluindo substâncias vegetais e animais), da silvicultura e das indústrias conexas, bem como a fracção biodegradável de resíduos industriais e urbanos”

quarta-feira, 17 de março de 2010

BOMBAS DE CALOR

A Poupança:


Os sistemas tradicionais de aquecimento usam combustíveis fósseis dispendiosos. Uma bomba de calor funciona mais eficientemente e conserva mais energia que um sistema de aquecimento tradicional baseado em combustíveis fósseis ou electricidade. Apenas é cobrada uma pequena quantidade de electricidade, mas é um investimento que compensa. A partir de 1 kilowatt de electricidade a bomba de calor produz 3 a 5 kilowatts de calor.


Ambientalmente são:


Estamos cada vez mais preocupados com o ambiente
Os sistemas de aquecimento tradicionais, que dependem fortemente dos combustíveis fósseis, estão a cada dia que passa a ser mais escrutinados devido à batalha contra as emissões de CO2. Uma vez que 66 a 80% do calor gerado pela bomba de calor provém de uma fonte renovável (o ar), esta moderna tecnologia satisfará as solicitações de redução de CO2 e torna a bomba de calor na melhor alternativa quando se pensa em instalar uma nova caldeira.

Energia renovável e inesgotável com painéis solares
Quando combinado com os painéis solares, a bomba de calor utiliza a energia do sol, que continuará a fazer o seu trabalho durante mais outros cinco mil milhões de anos.

Menos emissões de CO2
Você pode fazer um contributo pessoal para um melhor ambiente, uma vez que a bomba de calor não emite CO2 directamente. A bomba necessita de energia mas mesmo sem acesso a fontes renováveis de electricidade, o sistema da bomba de calor emite muito menos CO2 que as caldeiras a combustíveis fósseis.


Fundamentos da bomba de calor:



Qual a magia por trás da bomba de calor?
Tudo começa com o sol. O sol aquece a nossa atmosfera e a camada exterior da crusta terrestre. Num ano, a energia enviada pelo sol para a Terra é 50 vezes superior ao consumo total de energia no nosso planeta. Isto torna o sol numa enorme e interminável fonte de energia.

Nos dias ensolarados, podemos sentir a energia térmica do sol na nossa pele. Mas na realidade, existe sempre muita energia térmica no ar, mesmo em dias frios de inverno e até de noite. E não apenas na Florida ou no Sul da Europa, mas inclusive em países como a Suécia ou a Noruega onde milhares de lares já possuem bombas de calor.


Então porque é que as pessoas hesitam?
As bombas de calor permanecem um mistério para a maioria das pessoas. O conceito de troca de calor a partir de uma fonte fria para um interior frio pode não ser intuitivo para todos numa primeira análise.

Como funciona?
Uma bomba de calor apenas necessita de uma fonte de calor (ar exterior), dois permutadores de calor (um para absorver e outro para libertar o calor) e uma relativamente pequena quantidade de energia motriz para manter o sistema em andamento. Uma bomba de calor extrai energia térmica do ambiente.

A fonte é o ar exterior. A bomba extrai energia a uma certa temperatura, aumenta essa temperatura e liberta-a num meio que, no caso da água vai para os radiadores de baixa temperatura, sistema de chão radiante ou unidades ventilo-convectoras. Entre estes dois meios, o calor é movido por intermédio de um fluido de trabalho.

Compressor – o coração da bomba de calor
À medida que o fluido de trabalho passa pelo evaporador e extrai calor do ar, muda de fase e torna-se um gás. Aqui é onde o compressor entra. Quando comprimimos um gás, a energia térmica no gás é comprimida conjuntamente com as moléculas e em resultado disso, a temperatura sobe. Se enchermos os pneus de uma bicicleta, podemos sentir o ar no seu interior a aquecer, através da borracha.

No interior da sua casa o segundo permutador de calor entra em acção quando o gás comprimido entra no condensador, uma superfície que está mais fria que o gás. Finalmente, o gás condensa e liberta o calor – o calor que aquece a sua casa.

 
Vantagens:


Menos energia, calor agradável no lar
A bomba de calor aquece com uma eficiência até 5 vezes superior a um sistema tradicional baseado em combustíveis fósseis ou electricidade. Ao fazer uso do calor no ar exterior, usa-se muito menos energia ao mesmo tempo que goza de um nível de conforto estável e agradável.


Custo mínimo de instalação
A bomba de calor retira calor do ar. Não exige trabalhos de furação ou escavação. Ambas as unidades interior ou exterior são compactas. A unidade exterior pode facilmente ser colocada no exterior de qualquer edifício, incluindo apartamentos. Sem chamas nem fumos, não é necessária uma chaminé ou ventilação constante no local onde a unidade interior da bomba de calor esteja instalada.

Configurações flexíveis
A bomba de calor pode ser utilizado quer em novas instalações quer em remodelações, podendo ser ligados a radiadores de baixa temperatura, chão radiante ou unidades ventilo-convectoras. Se já possuir um sistema de aquecimento, não haverá necessidade de o trocar.

Absolutamente seguro
A bomba de calor funciona sem gasóleo, gás ou outras substâncias perigosas – reduzindo potenciais riscos. Além disso, não necessita de uma ligação de gás ou depósito de combustível. Sem riscos de intoxicação, cheiros ou poluição resultante de fugas.



 
Apoio Comercial:

geral@enerdomus.com.pt

Orçamentos Gratuitos

terça-feira, 19 de janeiro de 2010


Primeiro Hotel só com Energia Renovável






O primeiro hotel que irá funcionar integralmente com recurso a energias renováveis está a ser construído junto ao rio Caima, em Oliveira de Azeméis, num investimento estimado entre três a quatro milhões de euros.


Promovido por Carlos Alegria, um investidor privado especialista em engenharia energética, o empreendimento situa-se na freguesia de Palmaz, na margem do Rio Caima, e deverá ficar concluído ainda este ano, disponibilizando ao público 30 quartos, spa, piscinas interior e exterior, e ainda um «house club» com serviço de restaurante e eventos culturais abertos à comunidade.

Carlos Alegria adianta que o projecto «foi aprovado pelo Fundo do Turismo por ser o primeiro hotel a funcionar apenas com recursos renováveis» e explicou: «Temos lá a mini-hídrica que abastecia uma antiga fábrica de papel e o hotel vai ter um sistema de gestão inteligente que incorpora todas as forma de energia: a eléctrica, a eólica, a fotovoltaica e a biomassa».

«Não vamos precisar de comprar electricidade à EDP, pelo contrário, vamos vender-lhe, e também não precisamos de aquecimento por causa da biomassa», observou o promotor do projecto, segundo o qual «o edifício vai ter classificação A+, com que se rotulam os imóveis com maior eficiência energética».

«Era egoísmo não o partilhar»

Quanto à localização do novo hotel, que irá ocupar parte da antiga residência de Bento Carqueja, Carlos Alegria atribui-a a dois factores: «Primeiro, as minhas origens familiares estão nesta zona. Depois, ainda cheguei a pensar construir ali a minha casa, mas, vendo a beleza daquele lugar, achei que era egoísmo não o partilhar com outras pessoas».

A arquitectura do edifício irá aproveitar a estética da paisagem. «A meio do hotel passa o canal da mini-hídrica e os hóspedes vão poder ver a água a mover a turbina», revelou Carlos Alegria. «Cá fora, vamos reconstruir uma ponte que já lá existiu, criar uma praia fluvial e teremos ainda uma barcaça puxada por cabos para atravessar o rio».

O promotor do empreendimento ainda não escolheu o nome para o hotel, mas prevê que, até à conclusão do projecto, o investimento em causa deva totalizar três a quatro milhões de euros.

Para assegurar o funcionamento da nova unidade hoteleira, deverão ser criados «pelo menos 30 novos postos de trabalho».



TVI / LUSA

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Instalação Solar Fotovoltaica

INTRODUÇÃO


Com a regulamentação das “Renováveis na Hora” publicada no Decreto de Lei 363/2007 de 2 de Novembro, já é possível que cada um de nós passe a ser um microprodutor de electricidade.

Para a instalação de painéis fotovoltaicos para a produção de electricidade basta que já disponha ou instale uma solução de água quente solar (colectores solares térmicos, com um mínimo de 2m2) e que tenha um contrato de compra de electricidade em baixa tensão.

O programa “Renováveis na Hora” é o que permite a venda da electricidade por si produzida em condições especiais, obtendo taxas de rentabilidade do investimento, nos primeiros 5 anos, entre 12 e 14%.


Requisitos mínimos essências


• Potência contratada em Baixa Tensão

• Instalação de Solar Térmico (para produção de águas quentes) com um mínimo de 2m2

• Instalação de Solar Fotovoltaico com um mínimo de 3,68kW de potência nominal (com um tecto máximo de 50% da potência contratada com o fornecedor de energia eléctrica)



Vantagens

• Contrato de venda de energia à rede num período inicial de 15 anos com tarifas bonificadas: 0,65€/kWh nos primeiros 5 anos e no período adicional de 10 anos será aplicada a tarifa correspondente à que for aplicável, no dia 1 de Janeiro desse ano, às novas instalações.

• Investimento com rentabilidades médias (em 15 anos), acima das aplicações financeiras sem risco.

• Retorno do investimento entre 7 a 10 anos.

• Tempo de vida útil dos painéis entre 30 a 40 anos.

• Benefícios fiscais e disponibilidade de financiamento total ou parcial (leasing ou crédito).

• Contribuição para um melhor meio ambiente beneficiando assim as gerações vindouras.



Procedimentos de Licenciamento (Chave na Mão)

• Registo provisório, realizado através de preenchimento de formulário disponibilizado no sítio da DGGE, e pagamento de taxa de 287,06€, no prazo máximo de 5 dias.

• Após o registo provisório, o requerente tem 120 dias para instalar a unidade de microgeração e requerer o certificado de exploração.
• O certificado de exploração é emitido após inspecção que deve ser efectuada nos 20 dias subsequentes à sua requisição.

• Após emissão do certificado de exploração, a DGGE ou entidade por ela nomeada notifica o comercializador (EDP ou outro) com vista ao envio do contrato de compra e venda de energia (modelo a aprovar pela DGGE) no prazo máximo de 5 dias úteis.

• Após a celebração de contrato de compra e venda de energia, o produtor deve informar de tal facto a DGGE ou entidade por ela nomeada, devendo esta solicitar de imediato ao operador de rede a ligação da central.

• O operador de rede deve proceder à ligação no prazo máximo de 10 dias úteis após a sua notificação.

• Após a ligação à rede, o cliente começa a vender a energia por si produzida. O pagamento dessa energia vendida é realizado na mesma factura de compra de energia.


O Sistema Fotovoltaico

O sistema pode ser instalado em qualquer superfície sem elementos sombreadores e com a possibilidade de orientação dos painéis fotovoltaicos a sul.

O sistema é constituído essencialmente por:

• Módulos fotovoltaicos

• Inversor

• Estrutura de fixação em alumínio

• Cablagem

• Contador



Considerações Finais

A proposta é composta por módulos solares fotovoltaicos apoiados por uma estrutura de fixação ao telhado, cabo de ligação dos painéis ao inversor, cabo de ligação AC para ligação do inversor ao contador e restantes acessórios necessários ao funcionamento da instalação, executada por técnicos com “know-how” reconhecido no mercado em que opera.







Nota: Salvaguardar o tipo de contrato de potência que vier a ser elaborado com a EDP




POUPE!!!
PRODUZA
A SUA
ENERGIA


sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

As Alterações Climáticas e a Gestão dos Seus Impactes

O Mundo actual vive momentos em que os riscos globais provocados pelas Alterações Climáticas, que vão semeando catástrofes nas diversas regiões e que durante longos anos foram considerados entregues aos cuidados da pressuposta competência de técnicos e cientistas, apontam agora para uma estratégia baseada pelo “princípio da precaução” que vai ganhando presença nas estruturas políticas e ambientalistas nacionais e internacionais. Isto porque é reconhecida a urgência de criar um sentimento geral de segurança e estabilidade que una governos, pessoas e autoridades da sociedade civil, contra um risco partilhado globalmente em situação de incerteza.
Deve ser uma tentativa séria contra o risco de catástrofe global, gerada por uma gestão tecnológica suportada no princípio da precaução, indiferente às diferenças políticas, sociais e culturais, e que secundarize outras tipologias de desafios e confrontações. Ou seja, garantir um debate que secundarize o silencioso monopólio dos técnicos das várias artes que definiram e governaram os procedimentos que conduziram à situação de alarme crescente em que se encontra a Humanidade. Uma alteração envolta em novos riscos reais, designadamente o risco do peso dos medos a condicionar a transparência e urgência das soluções possíveis.
Não é de todo dispensável um diálogo mundial, gerador de uma opinião pública apoiada na sociedade civil transnacional em que estas questões permitam dar a conhecer o progresso da ciência e da técnica do qual depende o desenvolvimento sustentado e a preservação das vidas e patrimónios dos povos.
É pois, fulcral conseguir um condicionamento crítico através de processos políticos inovadores e decisões apoiadas pela adesão esclarecida da opinião pública, perante as soluções que visam hegemonias apoiadas no domínio de recursos como é o caso dos detentores das fontes de energias não renováveis, e que já tem anuncio de intenção dos produtores de recursos alimentares escassos, são exactamente o contrário de uma politica de preservação dos interesses comuns, repudiada em favor do transitório proveito de muito poucos.
Os recursos científicos e técnicos ao dispor dos governos, mas também de poderes económicos, não deverão continuar a ser usados à distância da opinião pública desinformada, antes será de esperar que o debate público, a concertação, e a intervenção responsável das representações políticas e ambientais, definitivamente consigam despertar a convicção activa de que se trata de uma ameaça que envolve a totalidade dos povos, e a própria Terra.
Já se prevê o surgimento das “conferências do consenso” destinadas a fazer convergir a responsabilidade das capacidades técnicas e ambientais ao serviço da decisão final política.
Que o “principio da precaução”, na gestão dos riscos, se converta numa directiva prioritária das sedes politicas às quais cabem as decisões finais… é uma exigência da Terra que se revela inadiável!

Porque só há uma Terra e a raça humana necessita do seu planeta.

Dele dependemos completamente, uma vez que a partir dele evoluímos, permanecendo sua parte para sempre, e apenas existimos por cortesia do auto-sustentável Sistema Terra, por isso devemos cuidar dela como cuidamos dos nossos próprios filhos.

Pensemos nisto…

Por Luís Fernandes (Vice-Presidente da RENAE e Administrador delegado da AMES), In “O Instalador”, Outubro 2009

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Energia Solar: "o nosso petróleo"

A eficiência energética é um factor que consta do vocabulário de quem opera na área das edificações urbanas. O regulamento assim o dita. Porém, a informação escasseia tanto no que toca à forma da sua aplicação no terreno como na sensibilização das pessoas face a um investimento que, no futuro, irá diminuir substancialmente os gastos de energia.


O empreendimento de painéis fotovoltaicos instalados na Amareleja, concelho alentejano de Moura, seria bem mais interessante se Portugal tivesse uma fileira de produção relacionada com o sector. “Mas os painéis foram todos importados e não há incorporação de tecnologias portuguesas”.

Portugal é o país da Europa com maior potencial de produção de energia a partir da energia solar e isso poderia ser o “nosso petróleo”. A lógica que existe nas redes de energia é a possibilidade de essas redes estarem todas ligadas e a energia que for consumida em França poder ser produzida em Portugal. No pico do Inverno, quando os países do Norte da Europa não têm grandes condições de produção de energia a não ser através dos combustíveis fósseis ou do nuclear, Portugal podia estar a produzir energia fotovoltaica para lhes fornecer. Num dia de pico de frio em Espanha, por exemplo, em que de repente seja necessária muita electricidade, o preço da energia – cotado numa bolsa internacional – atinge valores muito elevados. Portugal só teria a ganhar com uma aposta decisiva neste sector.



In Notícias Sábado’ 199 (31 Outubro 2009) - Opinião de Teresa Alves, doutorada em Geografia Humana e Planeamento Regional e Local. Professora associada do Instituto de Geografia e Ordenamento do Território (IGOT) da Universidade de Lisboa, desenvolve a sua actividade nas áreas da dinâmica dos territórios e planeamento regional e local. É ainda autora e coordenadora de vários estudos e projectos.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Perguntas e Respostas…

Energia Solar Termodinâmica

O sistema solar termodinâmico permite efectuar aquecimento central de uma casa?

- Sim, este sistema permite efectuar o aquecimento de águas sanitárias e o aquecimento central de uma casa.



Os painéis têm que ser colocados no telhado?

- Os painéis solares termodinâmicos podem ser colocados no seu jardim, na parede, na varanda... O sítio deverá ter uma boa exposição solar, de preferência orientados para sul, para conseguirem tem um óptimo rendimento.



Os painéis são muito pesados?

Cada painel pesa aproximadamente 8kg, logo podem ser colocados num telhado de forma simples.



Sem sol, o sistema continua a funcionar?

- Sim, como o fluído passa a baixas temperaturas no interior do painel, consegue receber energia, mesmo nos dias sem sol e à noite.



O sistema tem muita manutenção?

- É necessário verificar uma vez por ano o ânodo de Magnésio, que é o elemento de protecção do depósito e trocá-lo se for necessário.



Posso pintar os painéis de outra cor?

- Pode, mas deve optar por cores escuras para não prejudicar o rendimento dos mesmos.




Energia Solar Térmica

O que é um painel solar térmico?

- Um painel solar térmico é um dispositivo destinado a efectuar o aquecimento de água através de energia solar. Esta água aquecida pode servir como água sanitária (para tomar banho, lavar a loiça, etc), para apoio a aquecimento central e de piscinas.



Quanto poderei poupar instalando um painel solar térmico?

- Depende da exposição solar, da localização geográfica, entre outros factores. Em situações ideais pode-se obter economias na ordem dos 80%.





Energia Solar Fotovoltaico (Microgeração)
O que é a Microgeração?
- É a produção de electricidade para venda em pequena escala.


Quem pode ser micro-produtor?
- Qualquer pessoa/entidade com um contrato de compra de electricidade em baixa tensão.


Onde é instalado o sistema de Microprodução?
- O sistema é instalado no local de consumo.


Qual é o tempo de duração do contrato de venda?
- O período do contrato é de 5 anos mais 10. Nos primeiros 5 anos o produtor no regime bonificado recebe 0,65€ por cada kWh de energia fotovoltaica produzida. Nos 10 anos seguintes o valor da remuneração é fixado anualmente no dia 1 de Janeiro.




Ainda tem dúvidas? Nós esclarecemos.
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